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Arquivo NippoBrasil - Edição 158 - 5 a 11 de junho de 2002
 
Amazônia com conforto
Ainda se tem a impressão de que, para conhecer a Amazônia, é necessário enfrentar uma expedição, dormir mal em um ambiente quente e cheio de mosquitos. Mas é só impressão

Pescaria artesanal típica da região, de arco e flecha ou arpão

Gaiola: principal transporte usado pelos ribeirinhos
 

Urucum: usado como tempero na cozinha amazõnica

Macaco barrigudo, como é conhecido na região

(Texto e fotos: Nicolau Kietzmann / Arquivo Nippo)

rapé do Tatu, subindo o rio Negro, existe o Jungle Palace, um hotel flutuante que oferece conforto com ar condicionado, duas piscinas e até quadra de tênis. É estar no meio da selva, mas com conforto, e o que é melhor, absorvendo a mais pura natureza.

O transporte mais usado para se locomover são os barcos. Os mais típicos são as canoas à remo, voadeiras, pequenas lanchas e a Gaiola, embarcações grandes que podem ter de um a dois andares e são como ônibus para a população em geral.

A região da Amazônia é conhecida pela enorme diversidade da fauna e flora e tem como símbolo a vitóriarégia. Com sorte, os turistas podem ver macacos, boto cor-de-rosa, tartarugas, jacarés, cobras como jibóia e a sucuri..


Vista do Rio Negro à tarde
 

Delícias da culinária: à base de frutas, peixes e farinha de mandioca


Queima da farinha de mandioca

As frutas típicas são o açaí, buriti, bacuri e a mais popular, o cupuaçu. O fruto é uma enorme castanha, com aproximadamente 20 centímetros de comprimento e 10 centímetros de largura. A parte comestível é a goma, que fica em volta das sementes, também usada para fazer sucos, doces, além do típico chocolate branco, muito saboroso e apreciado especialmente por turistas.

A culinária é baseada no peixe, tanto pelos ribeirinhos, que são formados por caboclos e moram em palafitas (casas suspensas para evitar a invasão da água nas enchentes) quanto para a população de classe média e alta da região.

O peixe mais consumido é o Jaraqui, que de tão popular e apreciado é chamado de “pão”, uma alusão a outras regiões. O caboclo brinca: “Quem come Jaraqui não sai mais daqui”.

Como não existe forma de armazenar o que sobra das refeições, os ribeirinhos costumam preparar outros pratos com o restante dos peixes, os mais comuns são a mogica e a caldeirada.

A mogica é uma “sopa” de peixe desfiado, verdura e a farinha de mandioca. A caldeirada lembra um ensopado com ovos, batatas e peixe, tanto desfiado quanto inteiro, que vem acompanhado de arroz e farinha.

A mandioca também está presente em quase todas as refeições da região. Dela se extrai a farinha, a goma que se faz a tapioca e o tucupi, um líquido que, por exemplo, faz parte do famoso “pato no tucupi”.

O Urucum é usado como tempero na culinária regional. O fruto também serve para a pintura da pele dos índios e é usado para se retirar o coloral, condimento para outras regiões.

 

Jungle Palace: confortável hotel flututante
 

Passeios e atrações: a maioria nos rios

Além das delícias gastronômicas, o turista pode aproveitar passeios na região, quase todos feitos de barco. A época de outubro a fevereiro é ideal para as pescarias, já que o tempo é de seca.

Nos outros meses, os rios ficam cheios e a região, exuberante, com árvores submersas até as copas e chuvas diárias, refrescando a alta temperatura equatoriana. A caminhada na selva é um dos poucos passeios feitos em terra. Sempre acompanhada de guias que mostram e explicam uma série de plantas, não dura mais de quatro horas.

A pesca de Piranha é sempre muito agradável, pois é feita em igarapés cobertos de vegetação densa com muita sombra, são os lugares onde elas preferem ficar.

Vale, também, uma visita à comunidade de Paricatuba, formada por caboclos pescadores. O destaque fica para as ruínas de uma antiga prisão que ficou abandonada e invadida pela vegetação.

Para quem gosta de arte indígena, pode conhecer a Comunidade Terra Preta, formada por povos das etnias baniwas, niengatus e tucanis.

O arquipélago de Anavilhanas é considerado uns dos maiores do mundo. No tempo da seca chega a destacar mais de 400 ilhas com rica flora e fauna, típicas da região.

Abaixo de Manaus, o rio Negro encontra o rio Solimões, de água barrenta, que são de densidade, temperatura, PH e cores diferentes, produzindo um espetáculo conhecido como o Encontro das Águas.

À noite, além de poder curtir o “silêncio” da selva, existe a focagem de jacaré. Saindo de barco, o guia direciona um forte foco de luz nos filhotes, fazendo com que eles fiquem imobilizados. Depois, com segurança, pegam um e trazem para dentro do barco, o turista pode tocar e tirar fotos bem de perto.

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